Bom, tô começando meu blog agora. Nunca tive um antes, então nem imagino como começar isso.
Decidi postar uma crônica curtinha, baseada numa música que escrevi a muito tempo e com uma pitada de acontecimentos atuais da minha vida. Um texto desabafo. então, o texto está aí:
Pingüins já não fazem mais sentido pra mim
Bom, por muito tempo na minha vida, dois anos e meio pra ser mais precisa, fui fascinada com pingüins, mas sem entender bem o porquê disso. Comprei tênis, relógio, pelúcia, entre outros adornos com o bicho estampado. Era tão louca com a onda pingüinesca, que me tornei “Dani, a menina do pingüim”.
Sempre tinha um engraçadinho pra fazer piadinhas e um idiota pra fazer comentários do tipo “mas, nossa, por que pingüins? Não podia ser sapo ou porquinho não? Logo pingüim? Bicho sem graça...”. enfim, passei um bom tempo ouvindo coisas do tipo. Mas como sou uma garota de fases (já passei por muitas: a fase do rosa, das estrelas, dos amigos loucos, do punk, de tudo!), pensei que fosse apenas mais uma. E foi! Mas foi a fase mais longa pela qual passei.
Mas como Freud explica tudo (ou quase tudo), isso tinha um pé na psicologia. Eu passei por um trauma no passado, que ficou marcado com um pingüim, daí tentei resolver todos os problemas da minha vida, canalizando o trauma com uma coleção de objetos com pingüins. Estranho, não?
Pois é sim. Na verdade, eu tenho muitas outras coisas estranhas em mim.... mas isso não vem ao caso. O importante é que esse ano eu consegui me tratar desse trauma velho, e consegui me livrar dos pingüins (que já estavam me irritando, devido a presença marcante em meu cotidiano)! Aleluia! Mas acho que não vou me livrar tão cedo do apelido de menina do pingüim, pois apelidos chiclete teimam em me perseguir durante toda a vida.
Mas tudo bem! Pingüins já não fazem mais sentido pra mim.
Bom, por muito tempo na minha vida, dois anos e meio pra ser mais precisa, fui fascinada com pingüins, mas sem entender bem o porquê disso. Comprei tênis, relógio, pelúcia, entre outros adornos com o bicho estampado. Era tão louca com a onda pingüinesca, que me tornei “Dani, a menina do pingüim”.
Sempre tinha um engraçadinho pra fazer piadinhas e um idiota pra fazer comentários do tipo “mas, nossa, por que pingüins? Não podia ser sapo ou porquinho não? Logo pingüim? Bicho sem graça...”. enfim, passei um bom tempo ouvindo coisas do tipo. Mas como sou uma garota de fases (já passei por muitas: a fase do rosa, das estrelas, dos amigos loucos, do punk, de tudo!), pensei que fosse apenas mais uma. E foi! Mas foi a fase mais longa pela qual passei.
Mas como Freud explica tudo (ou quase tudo), isso tinha um pé na psicologia. Eu passei por um trauma no passado, que ficou marcado com um pingüim, daí tentei resolver todos os problemas da minha vida, canalizando o trauma com uma coleção de objetos com pingüins. Estranho, não?
Pois é sim. Na verdade, eu tenho muitas outras coisas estranhas em mim.... mas isso não vem ao caso. O importante é que esse ano eu consegui me tratar desse trauma velho, e consegui me livrar dos pingüins (que já estavam me irritando, devido a presença marcante em meu cotidiano)! Aleluia! Mas acho que não vou me livrar tão cedo do apelido de menina do pingüim, pois apelidos chiclete teimam em me perseguir durante toda a vida.
Mas tudo bem! Pingüins já não fazem mais sentido pra mim.

2 comentários:
meus parabéns...
pela coragem de iniciar o blog
pela coragem de enfrentar o papel em branco
e pelo maravilhoso texto.
adorei.
vários sentidos. personalidade..
=D
já sou visitante assíduo!
Engraçado porque isso tudo faz sentido. Acho que até nesse ponto da vida temos algo em comum.
Que loucura louca essa vida nossa Maria Daniela.
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